Mais um dia frio, garoa fina, o suficiente para me fazer repensar sobre a vida.
As pessoas reclamam tanto que a distância nos faz mal, que dói tanto saber que a pessoa que nós amamos está tão longe. Mas e quando a distância é espiritual, quando estamos tão perto, a ponto de sentir a respiração ofegante, e mesmo assim não nos sentimos bem.
Muitos os dias em que aceitamos tudo de forma alienada, que não nos expressamos, mas poucos os que nos entregamos a nossa alma e dela tiramos palavras sinceras, coisas profundas, como por exemplo, a saudade que consome o pouco que resta de bom em nossos corações.
Quando sinto o pingo de água caindo sobre minhas pálpebras, é como um vazio que bate na porta de meu coração, como a falta que bate na janela da minha alma. A dor é demasiada, a pior dor.
Mesmo com tudo isso, ainda acredita que a paciência é a senhora do tempo, ela nos faz entender tudo com mais maturidade, esperar que ela tome decisões por nós, não é a saída.O amanhã depende do que vamos fazer hoje, aquele vazio que sinto neste dia frio, é resultado da tranqüilidade que ela me trás? Ou será um tipo de conformismo.
A vida nem sempre é o que esperamos dela, mas nós a temos em nossas mãos e se queremos mudar o que sentimos hoje, isso só depende das atitudes que tomamos.
O amanhã depende do que construímos hoje.
“O medo do novo é a característica mais nítida de um derrotado”. (LUIS FELIPE HAUTH MAIA)



1 comentários:
As vezes o medo que nos faz vencedores. Pelo fato de seguir nosso medo e não tomar decisões precipitadas.
By: Vikctória Prado
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